27 abril, 2007

Ainda sobre a festa imaginária...

Fiquei simplesmente maravilhada com um artigo da revista Modern Bride sobre coquetéis gelados. São idéias geniais e lindíssimas. Vale a pena conferir e sonhar com a próxima festa. Todas estas imagens foram retiradas da revista. Olha só o show!!!!!

Star Power - champagne + martini + carambola

Bride's Bouquet - vodka + lavanda

Gelatinas alcólicas


The Aviation - gin + xarope de violetas


Trufas de chocolate com champagne



Escultura de tortinhas de chocolate com cereja






Torre de mousse de romã entre tuilles

25 abril, 2007

Delícia!!!!!!!!!!!!


Todo mundo sabe (e eu realmente nos escondo de ninguém) da minha queda especial por sorvetes. Simplesmente os adoro. Já postei por aqui, em algumas ocasiões, minhas preferências. E é claro que não podia deixar de mencionar a maravilha que é a Sorveteria Mil Frutas. Hoje em dia, ela se espalhou pelo Rio, mas quando a conheci, era uma pequena loja de sorvetes, localizada numa ruazinha do Jardim Botânico, mas me lembro de ela ter me proporcionado uma das grandes gostosuras que já experimentei – um inenarrável milk-shake de pistache. Bom, hoje recebi um e-mail do site Radar55, divulgando uma maravilhosa notícia – agora podemos encomendar copinhos de sorvete Mil Frutas para nossas festas. E, como se este simples fato não fosse o bastante para fazer a alegria de qualquer festa, eles trazem consigo um lindíssimo carrinho de sorvetes, daqueles antigos que ainda passeiam pelas praias, inteiramente decorado com a logo da marca que é lindíssima. Preciso bolar, rapidamente, uma festa-pretexto!

24 abril, 2007

O Bolo da Semana


Domingo aqui em casa é dia de bolo. Nada mais gostoso do que comer uma fatia de bolo ainda morno com uma xícara de café e chá – uma iguaria que combina com domingo à tarde. Mas os motivos são práticos também. Durante a semana gosto de mandar de lanche para os meninos fatias de bolos caseiros. É uma forma de estar presente com eles no dia-a-dia da escola, mas também de garantir a qualidade do lanche, evitando aquele excesso de produtos industrializados típicos dos lanches escolares. (Mas, como segunda foi feriado, este bolo não conhecerá o caminho da escola.)
Esta semana o eleito foi uma receita da revista Living Martha Stewart, edição abril 2007 – Bolo de Açafrão.

6 colheres de sopa de manteiga sem sal + para untar a forma
1 ½ xícara de açúcar granulado + para polvilhar a forma
4 xícaras de amêndoas, tostadas e resfriadas
2 colheres de sopa de vin santo
1 c c de pistilos de açafrão
1 c c de extrato de baunilha
9 ovos em temperatura ambiente (gemas e claras separadas)
½ c c de sal
raspas de 1 limão
1 pitada de creme tártaro

Unte uma forma com a manteiga e polvilhe com o açúcar. Leve para gelar.
No processador, bata as amêndoas com ¼ de xícara de açúcar. Reserve.
Misture o vinho, o açafrão e a baunilha. Reserve. Pré-aqueça o forno. Num bowl, misture a manteiga com 1 xícara de açúcar. Adicione as gemas e ¼ de colher de chá de sal. Junte a farinha de amêndoas, o líquido do açafrão e as raspas do limão.
Numa vasilha, junte as claras, a pitada do creme tártaro e o restante da colher de chá de sal (1/4). Bata até ela começar a firmar e então, acrescente, gradualmente, o quarto de xícara de açúcar restante. Usando uma espátula, incorpore 1/3 das claras batidas em neve à mistura do bolo. Depois, incorpore o restante. Deposite a mistura da forma preparada e leve para assar por mais ou menos 40 minutos.

23 abril, 2007

Roma




Finalmente consegui assistir a tão aclamada série Roma. Depois de muito ouvir muitos comentários positivos sobre o seriado - desde amigos especialistas em Império Romano, ex-professores, inúmeras resenhas e opiniões leigas - a unanimidade em torno da reconstrução de época me suscitou muita vontade de assisti-la. Como não tenho HBO em casa, não consegui ver nenhum capítulo da primeira temporada. Eis que de repente, recebi um e-mail da Americanas.com fazendo propaganda da primeira temporada em DVD. Não hesitei um só minuto em adquiri-la. Mas, com crianças em casa as coisas não são tão simples, e demorei para encontrar energia suficiente para, depois de colocá-las na cama, ligar o DVD e me entregar à história. Apenas ontem consegui assistir ao primeiro episódio da primeira temporada e, confesso, acho que terei de fazer parte do coro efusivo em torno de Roma. Realmente me pareceu impressionante a reconstrução de época, me lembrei da época da graduação – das disciplinas Antiga I e II, dos calorosos debates no Senado Romano, das falas inspiradas do orador Cícero, das artimanhas das mulheres da época, e da brutalidade dos cinturiões romanos. Enfim, foi um revival completo!
Mas, como o assunto deste blog versa sobre culinária, deveria ter começado o post com um ditado romano que adoro repetir - “Dizes-me o que comes e com quem comes e te direi quem és.” Não sei se esta frase é ou não do célebre Marcus Gavius Apicius, autor do mais antigo tratado sobre gastronomia que se tem notícias, o De Re Coquinaria (Coisa de Cozinha), em que discorre sobre o paladar do império romano.
De qualquer forma, aqui em casa, como sabem, a culinária italiana faz sucesso – diria até que é a preferida dos comensais. E um dos pratos prediletos é este que posto agora:


Saltimboca alla Romana



8 escalopinhos de filé ou vitela

4 fatias de presunto cru

8 folhas de sálvia

farinha de trigo quanto baste

sal e pimenta-do-reino

2 colheres (sopa) de manteiga

50 ml de vinho branco

200 ml de caldo de carne


Modo de Preparo


Bater os escalopes entre 2 sacos de plástico, temperar com pouco sal e pimenta-do-reino. Colocar sobre cada escalope 1 folha de sálvia e meia fatia de presunto cru, dobrar os escalopes ao meio e apertar bem. Passar pela farinha de trigo e retirar o excesso.


Aquecer a manteiga em uma frigideira e dourar os escalopes dos dois lados, regar com o vinho branco e deixar evaporar, acrescentar o caldo e cozinhar até que o molho esteja espesso.

19 abril, 2007


Acabei de comprar o maravilhoso livro do Jamie Oliver – A Itália de Jamie. É claro que sou suspeita para dar qualquer palpite sobre culinária italiana que é a minha verdadeira paixão nesta vida. Neta e bisneta de italianos, passei minha infância devorando pratos simplesmente inesquecíveis – muita massa, muito pão, beringelas parmeggianas, caponatas e tortas rústicas. De modo que tudo que me lembre estes sabores eu simplesmente adoro. Mas uma coisa tenho que confessar, nunca fui muito de doces em geral, e de doces italianos em particular. Tirando o clássico Tiramisú, geralmente nem experimento as sobremesas. E aqui que entra o livro do Jamie, para além das deliciosas receitas salgadas – quase que o livro inteiro eu provaria – adorei as sobremesas. Vamos a elas:

Sorbetto di pere

200 g de açúcar branco refinado
200 ml de água
1 kg de pêras macias, descascadas, cortadas em quatro e sem a parte central
suco e raspas da casca de 1 limão
50 ml de grapa, ou a gosto

Coloque o açúcar e a água numa panela. Ponha a ferver, depois abaixe o fogo e cozinhe por 3 minutos. Adicione os pedaços de pêra e, a menos que elas estejam supermacias, continue a cozinhar em fogo brando por 5 minutos. Retire do fogo, deixe reservado por 5 minutos, depois acrescente o suco e as raspas do limão. Coloque tudo num processador de alimentos e transforme em purê. A seguir, passe a mistura por uma peneira grossa, despejando-a na travessa em que vai servir o sorbet.
Adicione a grapa, mexa bem e prove – o sabor da grapa não deve ser dominante mas sutil, combinando com as pêras (se utilizar muito álcool o sorbet não congelará). Leve a travessa ao congelador e, com um garfo, bata a mistura a cada ½ hora – voc~e verá que ela ganhou uma coloração pálida. Depois de 2 horas o sorbet estará pronto, com uma textura linda, ótimo para servir.

Esta é apenas uma das receitas que me ganhou, mas a dica a seguir também me onspirou. O que acham?

Gelato com olio e sale

Coloque duas bolas de sorvete de baunilha de excelente qualidade, regue com um pouco de óleo de oliva extravirgem de boa qualidade e polvilhe com uma pitada de flor de sal.
“Eu não consigo explicar com o que ele se parece – você simplesmente precisa experimenta”. (Jamie Oliver)

17 abril, 2007

Amei!!!

Quem frequenta este blog já deve ter percebido que sou louca por bolos - de todos os tipos - bolos, bolinhos, cupcakes, muffins... Logo, não resisto quando me deparo com formas inusitadas. Adoraria ter uma linda coleção delas. Mas, por enquanto, fico só no desejo. O que acham destas duas novidades da Williams-Sonoma?

16 abril, 2007

No tempo das vacas magras


A historiadora Madeleine Ferrières, pesquisadora da Casa Mediterrânea de Ciências Humanas de Aix-en-Provence, já havia traçado um panorama histórico de nossos medos alimentares. Ela volta ao tema com "Nourritures Canailles" (numa tradução livre, Comidas do Populacho, ed. Seuil, 474 págs., 24 euros, R$ 65), uma obra cheia de sal sobre a cozinha popular na qual estão as raízes da alimentação francesa. É uma história em que o nabo, as tripas e as batatas são os heróis.

Vale a pena dar uma lida na entrevista que a historiadora concedeu ao suplemento Mais! da Folha de São Paulo.

15 abril, 2007

Esta receita, da última edição da revista Menu, me encheu os olhos. Sempre gostei bastante de salsão (acho que por conta de meu pai que também adora. Sempre que ele vem almoçar preparo para ele sua salada preferida - salsão, maçã verde, passas e iogurte) e imaginá-lo juntamente com a ricota e a nozes me pareceu extremamente delicioso. Pois bem, aí vai a receita mesma antes de prová-la:

Fusilli com polpettini de ricota

300 g de fusilli
300 g de ricota
2 colheres de sopa de queijo ralado
½ xícara de farinha de trigo
1 maço pequeno de salsinha
raspas de 1 limão
1 gema
5 colheres de sopa de azeite
1 talo de salsão
50 ml de caldo de legumes
1 colher de chá de suco de limão
sal a gosto

Numa tigela, amasse a ricota e adicione o queijo ralado, a farinha de trigo, 1 pitada de sal, as raspas do limão e a gema. Misture tudo muito bem e, com as mãos úmidas, faça bolinhas do tamanho de uma noz grande. Coloque-as numa assadeira, regue com um fio de azeite e asse-as por cerca de 10 minutos em fogo médio.
Limpe o salsão, lave, separe as folhas e bata-as no liquidificador com o caldo de legumes, o suco de limão e 1 pitada de sal. Numa frigideira, aqueça 1 colher de sopa de azeite e refogue o salsão cortado em cubinhos. Tempere com sal e reserve.
Cozinhe o fusilli e escorra-o. Junte o salsão refogado, o caldo de salsão e as polpettini de ricota. Salpique com o crocante de nozes.

Crocante de nozes

2 fatias de pão de nozes picadas
1 dente de alho picado
2 colheres de sopa de azeite
20 g de nozes picadas

Em uma frigideira, doure o alho e o miolo dos pães no azeite. Agregue as nozes e empregue.

"Espero que o comum dos mortais repare na beleza dos ovos estrelados."

08 abril, 2007


A Páscoa é um dos meus feriados preferidos – desde pequena tenho lembranças maravilhosas da caça aos ovinhos de chocolate e dos inúmeros coelhinhos de pelúcia que até hoje tenho. Sempre me emociono vendo meus filhotes enlouquecidos seguindo as pegadinhas do amado coelho da páscoa. Como estão crescendo muito rápido, cada ano acho que é o último que ainda acreditarão na história das pegadinhas. Mas por outro lado, como são meus filhos, às vezes tenho a ilusão de que crescerão acreditando em todas as histórias cheias de magia que alimentam nossas almas.
O almoço com a família foi ótimo, depois de muito pesquisar acabei optando pelo seguinte menu - uma receita do Jamie Oliver de bistecas de porco assadas com legumes e pesto de hortelã, uma salada de rúcula com muzzarela de búfala e lascas de presunto alemão, nhoque de semolina com molho de tomates frescos e manjericão. Para a sobremesa potinhos de chocolate com pimenta da Jamaica (Nigella), sorvete Itália nos sabores chocolate branco com maracujá e coco queimado e uma receita da Carla Pernambuco de Licchia ao creme que, acreditem, esqueci de servir. Bom ... vamos saboreá-la à noite, após o jogo do América (que, infelizmnete, no momento que escrevo está perdendo a partida) e antes de deitarmos para ler lindas histórias de coelhinhos ... Aqui em casa é assim, tudo acaba com um bom livro.
Boa Páscoa para todos!


Coelhão da Páscoa, que trazes pra mim? Um ovo, dois ovos, três ovos ...

05 abril, 2007

Solidariedade Pascoalina



Novidades interessantes na Chocolate Bar NYC. Quem quiser ajudar a fundação All Stars Project basta comprar uma lindíssima caixa com dez chocolates, cada um deles de um sabor embalados com poderosas ilustrações dos maiores grafiteiros de Nova York.


Milk chocolate with marshmallow and graham bits.




Dark Toffee


CaramelMilk chocolate filled with creamy caramel



Dark RumDark chocolate with rum infused ganache.


AlmondMilk chocolate with chopped almonds


Dark chocolate filled with strawberry jam


Milk chocolate filled with banana cream ganache


Milk chocolate with ground espresso


White chocolate with ground chocolate cookies





Straight bittersweet chocolate.

04 abril, 2007

Idéias para a Páscoa


Está chegando o dia e ainda não sei exatamente o que preparar para o almoço de domingo. O bom disso tudo é que estou passando em revista milhares de receitas ... Esta é uma das fortes candidatas - Torta de tâmaras com calda de caramelo.


250g de tâmaras secas sem caroço

1 1/2 xícara de chá de água fervente

1 colher de sobremesa de bicarbonato

1/2 xícara de chá de açúcar mascavo

4 colheres de sop de margarina

2 ovos

1 1/3 xícara de chá de farinha de trigo com fermento


Para a calda:


1 1/4 xícara de chá de açúcar mascavo

1/2 xícara de chá de margarina

300 ml de creme de leite fresco



Modo de fazer:


Ponha as tâmaras, a água e o bicarbonato no recipiente do processador. Tampe e deixe repousar por 5 minutos. Unte com azeite uma assadeira com 20 cm. Cubra com papel manteiga e unte-o também.

Adicione o açúcar e a margarina às tâmaras e processe por 5 segundos ou até que as frutas fiquem bem moídas. Adicione os ovos e, em seguida, a farinha. Processe por mais 5 ou 10 segundos ou até que todos os ingredientes se misturem bem. Com a ajuda de uma espátula, incorpore à massa a farinha das laterais. Processe novamente para terminar de misturas os ingredientes.

Asse por mais ou menos 55 minutos. Para verificar se a torta está pronta, pressione suavemente a parte superior com os dedos. Deve estar firme e soltando ligeiramente das laterais da forma. Deixe repousar 5 minutos antes de desenformá-la. Sirva com a calda ainda quente.


Para a calda basta aquecer o açúcar com a margarina e o creme de leite fresco. Abaixe o fogo e deixe ferver. Mexa a calda até que ela fique aveludada. Esta calda se conserva na geladeira, em pote fechado, por até dois meses. Na hora de usar, basta aquecê-la em banho-maria.
Curiosidade: A tamareira é considerada árvore sagrada e mágica há milhares de anos. No Egito, sua folha era símbolo do deus Heh, que representava a eternidade. Mais tarde, passou a ser símbolo de fecundidade, fertilidade e vitória. As tâmaras são usadas como doces ou para cobrir quitutes afrodisíacos. Os egípcios comem as tâmaras antes de fazer amor.

31 março, 2007

Cozinha da Amizade

Percorrendo com os olhos atentos e esperançosos os inúmeros volumes dedicados aos estudos de crítica literária, me deparei com um livro que me comoveu – Poetas românticos, críticos e outros loucos. Não tanto pelo tema do livro – uma vez que foge completamente do meu objeto de estudo, mas pela inclusão de um texto sobre Elizabeth David, intitulado O Livro de Receitas, uma Pastoral Romântica. Neste texto, originalmente escrito como resenha do livro de Elizabeth An Omelette and a Glass of Wine, Charles Rosen nos dá uma aula sobre o estilo dos livros de receitas, que segundo acredita, são verdadeiras obras pastorais:
“Os bons livros de receitas podem nos apresentar a cozinhas exóticas,
transportar-nos para o romântico Oriente (ou a Escandinávia ou a América Latina)
sem que precisemos pôr um pé fora de casa, mas os livros de receita que tocam o
coração com mais força são aqueles que nos fazem retroceder no tempo: à cozinha
da mamãe e às lembranças infantis ou à uma época antiga e mais
esplendorosa.(...) É um passado que podemos imaginar e recriar com os odores da
cozinha e recuperar simbolicamente apenas pelo ato de comer”.

Ao longo da resenha, o autor recupera algumas das influências de Elizabeth ao mesmo tempo que vai nos apresentando algumas referências-chave para se pensar a culinária – entendida aqui como a longa história que envolve, para além das técnicas de transformação do alimento, as relações sociais que perpassam o ato de comer. É quando surge a figura de Edouard de Pomiane, pesquisador do Institut Pasteur em Paris que, segundo o autor, praticava uma cozinha da amizade. E é esta imagem-síntese que me inspirou a escrever este post e dedicá-lo a todos os leitores deste blog, na certeza de que a prática diária da escrita bloguística tem como contrapartida a construção de uma rede emotiva tão cara a todos nós, homens que somos de nosso tempo histórico, tempo este que parece desfiar intensamente os tais laços de solidariedade tão fundamentais para a conformação da sociedade. Me sinto realmente amiga de todos que freqüentam o blog e de todos os autores dos blogs que leio – é como se praticássemos uma cozinha da amizade, tal qual a preconizada por Pomiane.

São suas as palavras:

Existem três tipos de jantares: os jantares de negócios, os oferecidos em
retribuição a convites e os jantares de amigos. (...) Suas receitas estão cheias
do desejo de agradar os amigos, não de impressioná-los ou deslumbrá-los.


Faço dele as minhas palavras - a nossa cozinha da amizade é assim!

27 março, 2007

Culinária tailandesa


Quarta-feira passada fui apresentada a cozinha tailandesa. Dois dias depois, resolvi que tinha que preparar em casa as guloseimas aprendidas. Dito e feito, rumei à lojinha de produtos orientais indicada pelos chefs criativos. Qual não foi minha decepção em não encontrar quase nada do que precisava. Pena. Segundo consta, nova remessa só na próxima quinta. Enquanto adio o preparo dos deliciosos pratos, deixo mais uma receita.

Rolinho de papel de arroz recheado de frango, nirá e manga com cubos de gelatina de capim limão


Para a gelatina


2 talos de capim limão (podem ser secos também)
1/2 colher de sopa de agar-agar
100 ml de saquê
400 ml de água
2 colheres de sopa de açucar

Numa panela leve tudo a ferver. Coe e deposite em forminhas de gelo. Leve para gelar.

Para o rolinho

8 folhas de papel de arroz
6 filés de sobre-coxa cortada em cubos
1/2 maço de nirá
1 manga aden cortada em tirinhas
2 colheres de óleo de gergelim torrado
2 colheres de sopa de gergelim preto torrado
sal, pimenta, gengibre ralado e alho picado
óleo de uva
nam-pla

Tempere os cubos de frango com sal, pimenta, alho, e gengibre. Aqueça a frigideira e deixe o óleo de uva soltar uma fumacinha. Refogue os cubos de frango, acrescente os nirás picados. Acrescente o nam-pla a gosto (é bom provar, pois o molho é salgado). Na hora de desligar, junte o óleo de gergelim. Reserve.


Encha uma forma com água morna e mergulhe o papel de arroz até que amoleça. Retire o papel de arroz, seque bem e recheie com o frango e as mangas em tirinhas. Na medida que for montando os rolinhos, passe-os no gregelim torrado para que não grudem. Reaqueça os rolinhos na panela de vapo, forrada com folha de bananeira (caso não encontre, use papel manteiga). Sirva com molho de pimenta doce e com os cubinhos de gelatina.

O que que a Bahia têm?



Todos sabem da minha predileção por pratos vegetarianos. Daí ter me encantado com esta receita publicada no último número da revista Menu – Moqueca de palmito-pupunha, abobrinha, tomate e cebola. Como adoro palpito e adoro moqueca, resolvi que ela teria de ser executada muito brevemente.




Moqueca de palmito-pupunha

300 g de palmito-pupunha fresco e limpo
2 tomates médios, em rodelas
2 cebolas médias, em rodelas
2 abobrinhas médias, em rodelas
½ xícara de chá de leite de coco
2 colheres de sopa de azeite de dendê
2 pimentas-de-cheiro picadas
2 colheres de chá de sal
2 colheres de sopa de coentro fresco picado


Preaqueça o forno. Cozinhe as rodelas de palmito em água fervente por 3 minutos. Escorra e reserve.
Numa assadeira, monte camadas de palmito, tomate, cebola e abobrinhas. Regue com o leite de coco misturado com o dendê, tempere com a pimenta-de-cheiro picadinha e o sal. Tampe a assadeira com papel alumínio e leve ao forno médio por 25 minutos. Na hora de servir, salpique o coentro.



Não sei se concordam comigo, mas moqueca é sinônimo de farofa de dendê. Basta enquentar um pouquinho de azeite e refogar a farinha.

Bom apetite!

24 março, 2007

Quem me dera ser fruta!

Partindo da premissa de que “Algumas vezes a beleza do mundo só é visível durante um fragmento de segundo”, o fotógrafo Christian Schierig criou uma seqüência genial de banhos de frutas.

22 março, 2007

Cozinheiros e Criativos

Os amigos e chefs de cozinha Erik Nako e Cristiano Lanna, responsáveis pelo menu do recém-inaugurado Bar da Ladeira, nos Arcos da Lapa, acabam de abrir um espaço maravilhoso, um casarão no alto-Gávea, para aulas de culinária - Cozinheiros e Criativos. Ontem estive lá para uma aula de cozinha Tailandesa. O simpático menu, de quatro serviços, foi o seguinte:

Rolinho de papel de Arroz recheado de Frango, Nirá e Manga com cubos de gelatina de Capim Limão.
Tom Yum de Cação e Camarão (um caldo tipicamente tailandês)
Curry Vermelho de Frango e Abacaxi com Arroz de Jasmim perfumado com Lavanda
Sopa de Manga, Manjericão e Saquê Mirim

Todos os pratos são relativamente fáceis de fazer – o único desafio é encontrar os ingredientes certos. Mas os simpáticos rapazes, já sabendo da dificuldade, deram a dica: Mercearia Mei-Jo LTDA, um lojinha especializada em artigos orientais (chinês, japonês e tailandês).

Hoje vou postar a receita da sobremesa – porque ainda estou com o gostinho dela na boca.

Sopa de Manga, Manjericão e Saquê Mirim (4 porções)

700 g de mangas cortadas em cubinhos e levadas ao freezer para quase congelarem
100 ml de saquê mirim
4 colheres de chá de pasta de tamarindo
suco de dois limões
açúcar à gosto
manjericão
água de flor de laranjeira


No liquidificador, bata todos os ingredientes, exceto o tamarindo e a água de laranjeiras. Está pronto. Agora é só arrumar a sobremesa e servir. Faça da seguinte maneira. Peque taças de vidro, coloque no fundo 1 colher de chá de pasta de tamarindo, preencha com a sopa e finaliza com 1 colher de sopa de água de flor de laranjeiras. Enfeite com uma folhinha de manjericão. Fica maravilhosa, super refrescante e ao mesmo tempo super sofisticada, pois os sabores vão se alternando a medida que se vai degustando a sopa.


Nota 10!

19 março, 2007

Créditos e agradecimentos

Todo domingo, lá pelo final da tarde, eu preparo um bolo ou muffins para o lanche semanal das crianças. Como não tenho máquina digital, acabo optando, às vezes, por não postar sobre o assunto. Mas não posso deixar os créditos merecidos. Semana passada, preparei a torta de maça sugerida pela Ana do Brigadeiro de Colher. A única modificação ficou por conta da manteiga no lugar da margarina e na opção por usar maças verdes que tinha em casa. Foi um sucesso! E ontem, preparei uma receita da Fer que há muito vinha querendo fazer, os muffins de maple. Esta receita tem um sabor especial para mim. Não sei se já disse aqui que minha avó paterna – a vovó Lee, era americana – o que significava comer muito maple em casa. A minha memória de sua casa cheira a maple. Acho que em todos os cafés da manhã comíamos waffle com mapple (ou era maple ou uma deliciosa geléia que ela preparava com morangos inteiros). Desde aquela época não o comi mais – na verdade, era uma lembrança adormecida, só revivida pela leitura dos blogs que freqüento, que passaram a oferecer receitas com este delicioso xarope. Minto, me lembro de uma vez estar assistindo um desenho que meu filho gostava muito quando pequeno – Franklin, e especificamente neste episódio a que me refiro, havia uma explicação do processo de recolhimento do xarope. Bom, o fato é que ontem me aventurei e os preparei – qual não foi minha alegria quando percebi que os muffins agradaram em cheio. É como se um ciclo se fechasse, aquela memória afetiva da infância transmitida para os meus filhos. É como se pudéssemos compartilhar um pouco da bisavó que eles não conheceram.
Obrigada!

18 março, 2007

Idéias pascoalinas I

Ganhar uma caixa de bombons é algo incrível - pelo significado que lhe é inerente. Ganhar uma caixa de bombons como esta
é indescritível, é como ganhar uma caixa de jóias.
O quiosque da Cacau Noir, no Rio Design Center do Leblon, possui esta áurea do chocolate-arte. Além do lindo design a garantia dos 70 % de cacau. Sem deixar de mencionar os sabores incríveis, como as trufas de açafrão com cardamomo e curry. Agora, a grande novidade, simplesmente imperdível, fica por conta do caramelo com flor de sal.
Chique né?

Meus tempos de meninice

Estas delícias não são de comer...








são de apagar!


E estão aqui.

17 março, 2007

Pérolas Negras


Acho que todos já perceberam que eu adoro arroz! De todos os tipos – talvez não goste tanto de arroz doce mas... acho que ainda conquistarei este paladar! Esta semana vi uma receita no programa do Claude Troigrois que me encantou – pérolas negras! Em que pese o fato de o nome ser bastante sugestivo, o que realmente me chamou a atenção para as tais pérolas foi o fato de elas serem feitas com aquele resto de arroz cozido mais básico. Ou seja, a qualquer dia e hora podemos comer pérolas. Aí vai a receita:

Pérolas Negras


2 xícaras de arroz selvagem cozido
2 xícaras de arroz branco cozido
1 clara de ovo
50g de queijo parmesão ralado
sal
pimenta


Para a cobertura

3 claras de ovo
100g de sementes de papoula


Preparo

Bater no processador os dois tipos de arroz (o branco deve estar quente) com a clara de ovo e o queijo parmesão. Retirar do processador e temperar com sal e pimenta. Fazer umas bolinhas com a ajuda de uma colher de sorvete e passar na clara e nas sementes de papoula. Fritar no óleo e secar. Podem ser congeladas e fritas ainda congeladas.

Presentes

Finalmente chegaram meus livros da Amazon. Num ato de loucura, os comprei por ocasião do meu aniversário. Apesar do impulso, acho que acertei na escolha. São eles: What Mrs. Fisher Knows about old southern cooking (the first african-american cookbook, from 1881); Building Houses out of Chicken legs – black womwn, food, & power e Vegan Cupcakes.
Estou encantada com a leitura do livro de Psyche A.Williams-Forson ( Building Houses...). Segundo a autora, as mulheres negras americanas desenvolveram uma espécie de identidade coletiva que passa pela relação que elas mantêm com algumas comidas, em especial com as galinhas. É através da preparação e distribuição deste que é para elas uma espécie de prato abençoado (“gospel bird”), que as mulheres negras criaram e partilharam uma espécie de consciência da negritude. Mas é no desenvolvimento de seus argumentos que a autora vai nos apresentar uma material riquíssimo para se pensar o papel central da alimentação na cultura de uma sociedade. É em torno do tripé literatura afro-americana, narrativas orais e livros de receitas, que a autora constrói sua argumentação. E neste percurso nos vai apresentando verdadeiros ensinamentos de como podemos trabalhar esta questão. É dela esta frase lapidar: “Cookbooks represent cultural sites where food and memory intersect”. Bom, assim que avançar na leitura, escrevo um pouco mais sobre ele.
Já o livro de cupcakes é todo delicioso – e para este final de semana escolhi esta receita:


Pistachio Rosewater Cupcakes

½ xícara de iogurte de soja, sabor baunilha
2/3 de xícara de leite de soja ou de arroz
1/3 xícara de óleo de canola
¾ de xícara mais 2 colheres de sopa de açúcar granulado
De 1 a 2 colheres de sopa de água de rosas
1 xícara mais 2 colheres de sopa de farinha de trigo
2 colheres de sopa de maisena
½ colher de chá de fermento em pó
½ colher de chá de bicarbonato de sódio
¼ de colher de chá de sal
1 pitada generosa de cardamomo
1/3 de xícara de pistaches picados (se quiserem, levemente torrados)

Rosewater Glaze

Pistaches picados, para guarnição (mais ou menos ½ xícara)
1 colher de sopa açúcar cristal cor de rosa (opcional)


Modo de Fazer

Pré-aqueça o forno. Unte 12 forminhas de muffins.
Num bowl, misture o iogurte, o leite, o óleo, o açúcar e a água de rosas. Em outro recipiente, misture a farinha, a maisena, os fermento, o bicarbonato, o cardamomo e o sal. Junte as duas misturas. Deposite nas forminhas e leve para assar por mais ou menos 20 minutos. Retire-os do forno e deixe esfriar completamente antes de confeitá-los.

Para glacê:

1 ¼ de açúcar de confeiteiro
1 colher de sopa de margarina
2 a 3 colheres de chá de leite de soja
½ colher de chá de água de rosas

Com o auxílio de um garfo, misture a metade do açúcar com a margarina até formar uma espécie de farofinha. Adicione o leite e a água, e bata juntando o restante do açúcar. Misture tudo até atingir a consistência desejada. Decore os muffins com este creme, salpique com os pistaches quebradinhos e o açúcar cor-de-rosa.
Lembram muffins de contos-de-fada!


Atenção: para quem não curte soja, pode-se substituí-la por leite comum.

13 março, 2007

Seres da lagoa azul

Reproduzo aqui a inacreditável (uma primeira parte) da lista de “seres da lagoa azul” compilada por Jeffrey Steingarten quando de sua viagem a Veneza. Num deliciosa encontro com Marcella Hazan, diante da incrível variedade de frutos do mar disponíveis nas feiras da cidade, o autor preparou uma espécie de glossário destes pequenos seres.
Me lembrou muito os bestiários que estudo - uma espécie de bestiário marinho. O mais divertido é tentar imaginar uma receita para cada tipo. Aceitas o desafio?



Acciughe (sardoni): anchovas, chamadas alici em torno de Roma.
Aguglia: peixe-agulha, encontrado às vezes nos melhores bares de sushi.
Anguilla (bisato): enguia.
Aragosta: lagosta de pedra, a langouste francesa.
Astaco (astise): como a lagosta do Maine; importada da Iugoslávia ou da França; astice em italiano vernacular.

Bianchetti: filhotes de arenque; também conhecidos como gianchetti.
Branzino (bransin): na França, bar ou loup de mer; Marcella o compara ao labrolistrado; outros dizem que é uma garoupa ou badejo de uma espécie diferente (Labrax lupus) da nossa; em Roma, spigola ou spinola; delicioso em qualquer idioma.

(cagnoleto): tubarão muito pequeno, freqüentemente guisado com molho de tomate.
Calamaretti: lulinhas com quatro centímetros de comprimento, fritas inteiras, incríveis.
Calamaro: lula.
Calamarone: lula grande.
Canestrelli (canestreli): penteolas minúsculas, que são menores que as vieiras e têm gosto picante; os primos americanos mais próximos são as vieiras Peconic e Digby bay; nesse caso, como em outros (por exemplo, schile), os venezianos não pronunciam o i final.
Cannocchia (canocia): tamarutaca encontrada apenas no Adriático e no Japão, cinza-rosada, achatada, cinco centímetros de largura e vinte de comprimento; grelhada ou cozida em vapor, o crustáceo mais tenro que se possa comer; também pannoccia.
Cannolichi (capelonghe): solenídeos.
Capitone: uma espécie de enguia longa e gorda.
Carpe sante (capesante): penteolas grandes, doces e macias.
Carpa: carpa.
Cefalo (lotregan, verzelata, bosega, caustelo, volpina): diferentes variedades de tainha, entre as quais a mais apreciada é o cefalo durato (lotregan).
Coda di rospo: cauda de cação-anjo; literalmente, rabo de sapo, embora a porção maior desse peixe seja uma cabeça feíssima; formalmente, rana pescatrice.
Cozze (peoci): mexilhões, também chamado mitili.



... E por falar em bestiário, acho este indispensável para nossa cozinha - Bestiarium Gastronomicae - encontrado na tenda virtual de Mugaritz e resenhado no excelente blog Glotonia.

10 março, 2007

Brinquedos com sabor

Que tal uma xícara de chá de morango?



Acho que prefiro de maça...

06 março, 2007

Desejos gastronômicos


O chef José Barattino, do restaurante Emiliano, em São Paulo, nos apresenta novidades no mundo do sal. Para além dos já cobiçados cristais de flor de sal, que aqui podem ser encontrados nas versões francesa (Flor de sal de Guérand), portuguesa (Flor de sal Belamondil, da região do Algarve, inglesa (Maldon) e brasileira (Companhia das Ervas, colhida nas salinas de Mossoró (RN), o chef trouxe para a mesa do Emiliano (pena que só para degustação e não para comercialização) os seguintes sais:


O Alaea Sea Salt, um sal havaiano que recebe a adição de argila em seu processo de produção, com um suave sabor mineral.

O indiano Kala Namak, um sal indiano de origem mineral com um sabor bastante inusitado – de gema de ovo!

O Salish, extraído no Pacífico e defumado a frio.


O Smoked Chardonnay , também um sal defumado a frio, só que em barricas de carvalho, tal como o vinho de uvas chardonnay. O resultado é um aroma de madeira característico de vinho branco.


Segundo o chef, o efeito do uso dos sais nas receitas sugerem pedrinhas aromáticas que explodem na boca. Eu não duvido!

05 março, 2007

A Sopa e as Nuvens


A louca da minha bem-amada me dava de jantar, e pela janela aberta da sala de refeições eu contemplava as movediças arquiteturas que Deus faz com as nuvens, as maravilhosas construções do impalpável. E dizia, comigo, através da minha contemplação: "Todas estas fantasmagorias são quase tão belas quanto os olhos de minha amada, a pequena louca monstruosa de olhos verdes."


De súbito senti um violento murro nas costas e ouvi uma voz rouca e encantadora, uma voz histérica, e como enrouquecida pela aguardente, a voz da minha querida bem-amada, que me dizia:


- Trate de tomar a sua sopa, seu maluco, mercador de nuvens!


Charles Baudelaire

04 março, 2007


Fiquei simplesmente maravilhada com este filme de Michel Ocelot – As Aventuras de Azur e Asmar. Há muito que não assistia uma animação tão deslumbrante, com uma direção de arte lindíssima e um acabamento primoroso. O destaque vai para as cenas das feiras populares de países árabes, com a profusão característica de especiarias, bem como para as cenas de refeições. É um daqueles filmes obrigatórios. Eu já comecei a correr atrás do DVD.

DoBras e o fenômeno cupcakes



Não sei se já disse isto aqui antes, mas sou uma origamólatra assumida. E há três anos faço parte de um grupo de pesquisa e difusão de origami – o DoBras. Ontem comemoramos três anos do DoBras e a festa foi super bacana. Tivemos a presença de dois origamistas americanos que vieram exclusivamente para a comemoração. Arrasaram! Como ando muito ligada ao “fenômeno” cupcake, não me causou espanto algum quando o diagrama do mês do Origami-Club foi divulgado e era .... um cupcake. Aí vai o diagrama:
Boas DoBras !


Culture Bière

Sou daquelas que não abre mão de uma cervejinha gelada no final do dia. Realmente adoro a bebida. Mas faço pouco uso dela na culinária – para ser mais precisa, ela freqüenta apenas uma receita aqui em casa – a de frango na cerveja preta do Celidônio. A novidade é que ontem ganhei de presente duas delícias de uma loja que deve ser uma verdadeira maravilha – A Culture Bière. As que ganhei foram uma mostarde (Moutarde à la bière blonde) e uma inusitada geléia de cerveja (Confit de Bière Blanche aux saveurs d´épices et d´agrumes). Já provei as duas e aprovei.





Aí vai a receita do Celidônio:

Frango na Cerveja Preta

4 peitos de frango com os ossos
1 pacote de sopa de cebola
1 garrafa de malzbier
1 c s de óleo
sal e pimenta
salsinha


Tempere os frangos com sal e pimenta (eu também uso limão). Doure-os, de todos os lados, no óleo. Dissolva a sopa em um pouco de água e despeje sobre o frango. Acrescente a cerveja e misture bem. Tampe a panela e cozinhe em fogo baixo por aproximadamente 30 minutos. Antes de servir, salpique com as salsinha picada.