
Bride's Bouquet - vodka + lavanda
The Aviation - gin + xarope de violetas

Trufas de chocolate com champagne

Escultura de tortinhas de chocolate com cereja

Torre de mousse de romã entre tuilles
Literatura, Cultura e Culinária

Bride's Bouquet - vodka + lavanda
The Aviation - gin + xarope de violetas

Trufas de chocolate com champagne

Escultura de tortinhas de chocolate com cereja

Torre de mousse de romã entre tuilles









Coelhão da Páscoa, que trazes pra mim? Um ovo, dois ovos, três ovos ...




AlmondMilk chocolate with chopped almonds

Dark chocolate filled with strawberry jam

Milk chocolate filled with banana cream ganache

Milk chocolate with ground espresso

White chocolate with ground chocolate cookies

Straight bittersweet chocolate.

“Os bons livros de receitas podem nos apresentar a cozinhas exóticas,
transportar-nos para o romântico Oriente (ou a Escandinávia ou a América Latina)
sem que precisemos pôr um pé fora de casa, mas os livros de receita que tocam o
coração com mais força são aqueles que nos fazem retroceder no tempo: à cozinha
da mamãe e às lembranças infantis ou à uma época antiga e mais
esplendorosa.(...) É um passado que podemos imaginar e recriar com os odores da
cozinha e recuperar simbolicamente apenas pelo ato de comer”.
Ao longo da resenha, o autor recupera algumas das influências de Elizabeth ao mesmo tempo que vai nos apresentando algumas referências-chave para se pensar a culinária – entendida aqui como a longa história que envolve, para além das técnicas de transformação do alimento, as relações sociais que perpassam o ato de comer. É quando surge a figura de Edouard de Pomiane, pesquisador do Institut Pasteur em Paris que, segundo o autor, praticava uma cozinha da amizade. E é esta imagem-síntese que me inspirou a escrever este post e dedicá-lo a todos os leitores deste blog, na certeza de que a prática diária da escrita bloguística tem como contrapartida a construção de uma rede emotiva tão cara a todos nós, homens que somos de nosso tempo histórico, tempo este que parece desfiar intensamente os tais laços de solidariedade tão fundamentais para a conformação da sociedade. Me sinto realmente amiga de todos que freqüentam o blog e de todos os autores dos blogs que leio – é como se praticássemos uma cozinha da amizade, tal qual a preconizada por Pomiane.
São suas as palavras:
Existem três tipos de jantares: os jantares de negócios, os oferecidos em
retribuição a convites e os jantares de amigos. (...) Suas receitas estão cheias
do desejo de agradar os amigos, não de impressioná-los ou deslumbrá-los.
Faço dele as minhas palavras - a nossa cozinha da amizade é assim!

Moqueca de palmito-pupunha
300 g de palmito-pupunha fresco e limpo
2 tomates médios, em rodelas
2 cebolas médias, em rodelas
2 abobrinhas médias, em rodelas
½ xícara de chá de leite de coco
2 colheres de sopa de azeite de dendê
2 pimentas-de-cheiro picadas
2 colheres de chá de sal
2 colheres de sopa de coentro fresco picado








Sou daquelas que não abre mão de uma cervejinha gelada no final do dia. Realmente adoro a bebida. Mas faço pouco uso dela na culinária – para ser mais precisa, ela freqüenta apenas uma receita aqui em casa – a de frango na cerveja preta do Celidônio. A novidade é que ontem ganhei de presente duas delícias de uma loja que deve ser uma verdadeira maravilha – A Culture Bière. As que ganhei foram uma mostarde (Moutarde à la bière blonde) e uma inusitada geléia de cerveja (Confit de Bière Blanche aux saveurs d´épices et d´agrumes). Já provei as duas e aprovei.