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29 setembro, 2012

Les Saveurs du Palais

Adorei!!




Leia a resenha de Luciana Fróes!

16 abril, 2010

"Mary e Max - Uma Amizade Diferente"





Existem alguns temas que nos são, especialmente, caros. A síndrome de asperger é um destes para mim. Por isto, sempre que vejo um filme ou leio um livro que envolva este assunto fico muito sensibilizada, tentando entender o sofrimento que a solidão acarreta nas pessoas. Hoje vi um filme assim. Entrei no cinema sem ter a menor idéia do que se tratava, apenas sabia que era um filme de animação – uma espécie de isca poderosa, capaz de me arrastar às salas mais longínquoas da cidade. Mas eis que saí do cinema completamente mobilizada e emocionada com a história que vi sendo contada através da amizade inusitada de duas pessoas absolutamente comprometidas com o laço que os unia. E a vida é assim – ela só faz sentido quando nos disponibilizamos para o outro, quando nos esforçamos para nos conectar com algo que nem sempre é palpável, mas que sem dúvida é o maior alimento que temos – o amor.




06 fevereiro, 2009


Devo dizer que as minhas impressões acerca do trabalho de Tim Burton nunca foram muito regulares. Posso dizer que amei a Noiva Cadáver e Edward Mãos de Tesoura, mas detestei Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet e não gostei de sua filmagem da Fantástica Fábrica de Chocolate. Embora não tenha visto ainda, sei que gostarei de Peixe Grande e suas histórias maravilhosas. Recentemente vi um curta-metragem seu na web que gostei bastante – Vincent. E pesquisando um pouco mais para este post, descobri que ele está preparando uma refilmagem de Alice no País das Maravilhas e achei simplesmente incrível. Mas o fato é que hoje, quase que por acaso, comprei um pequeno livro seu, intitulado O Triste Fim do Pequeno Menino Ostra e outras histórias, editado pela Girafinha e me rendi completamente. Achei o livro um achado. O livro é composto de 23 micro-histórias, como esta que transcrevo abaixo, todas lindamente ilustradas por ele.

O Menino Brie

Menino Brie tinha às vezes um sonho-profecia:
De seu rosto inteiro só iria restar uma fatia.
Para os meninos aquilo não fazia lé com cré.
Foi assim que Brie se deu bem com o vinho
Chardonnay.

11 abril, 2008

My Blueberry Nights


Sei que sou suspeitíssima, porque simplesmente amo este diretor. Tudo o que Wong Kar Wai faz me interessa de antemão ... Hoje fui assistir seu último filme, aqui traduzido com o título "Um beijo roubado", e saí do cinema encantada. Encantada e pensativa, tentando entender o quanto nossas escolhas são a chave da nossa história pessoal - sempre haverá alguém que escolherá torta de blueberry no lugar de torta de chocolate e de maças... E isto é a mágica da vida.

Corram para o cinema mais próximo!

Bom final de semana!

12 julho, 2007

Nome de Família


Hoje me deu a louca e resolvi dar uma fugida básica no meio da tarde e me enfiar numa sala de cinema. O bom de tudo isto foi, além do gostinho de estar fazendo algo proibido, ter escolhido um filme que adorei - Nome de Família. É claro que saí querendo comer algo com sabor indiano... Cheguei em casa e fiz uma sopa de couve-flor ao curry com lascas de amêndoas torradas. E não é que ficou ótima!


Sopa de Couve-flor ao curry


1 couve-flor

1 cebola

curry

manteiga

1/2 litro de água fervente

250 ml de leite



Primeiro, escalde os buquezinhos da couve-flor em água fervente salgada por 3 minutos. Escorra. Numa panela, refogue a cebola picada na manteiga e tempere com o curry. Junte os buquezinhos, mais ou menos 500 ml de água fervente e 250 ml de leite. Deixe cozinhar por uns 30 minutos. Bata a sopa no liquidificador até conseguir a consistência desejada. Na hora de servir, salpique lascas de amêndoas assadas.

04 março, 2007


Fiquei simplesmente maravilhada com este filme de Michel Ocelot – As Aventuras de Azur e Asmar. Há muito que não assistia uma animação tão deslumbrante, com uma direção de arte lindíssima e um acabamento primoroso. O destaque vai para as cenas das feiras populares de países árabes, com a profusão característica de especiarias, bem como para as cenas de refeições. É um daqueles filmes obrigatórios. Eu já comecei a correr atrás do DVD.

25 janeiro, 2007

Miss Potter


Todos sabem da minha paixão por literatura infantil. Ultimamente, chegaram às telas de cinema uma série de filmes sobre autores de grandes clássicos da chamada literatura infanto-juvenil. Os Irmãos Grimm são exemplos deste fenômeno bem como Em Busca da Terra do Nunca. Eis que agora chega às telonas Miss Potter, a biografia da autora do clássico Peter Rabbit.

A história de Beatrix Potter seria a mesma de todas as mulheres de sua época não fosse seu talento assustador e sua coragem para enfrentar uma sociedade altamente machista. Filha de uma família tipicamente vitoriana passou sua infância numa imensa mansão, rodeada de um imenso parque – o Bolton Gardens em Kesington. Como toda filha de classe média (seus pais eram ligados a industria têxtil), Beatrix foi educada em casa, o que fez com que vivesse muitíssimo isolada, completamente apartada de qualquer tipo de convívio social. Assim, seus companheiros diários eram os animais e as plantas, que mais tarde seriam objetos de suas lindas histórias. A observação detalhada da natureza lhe rendeu o dom de retratá-los através de lindos desenhos que, mais tarde, seriam apresentados por ela ao Jardim Botânico, para serem divulgados em estudos científicos. Porém, tal talento esbarrou com os preconceitos de uma sociedade que impedia que uma mulher pertencesse a estes tipos de instituição. Paralelamente, Beatrix começou a desenhar e escrever pequenos contos infantis para presentear o filho de seus caseiros, um menino de dez anos de idade com quem Beatrix mantinha uma correspondência regular. Nascia assim, The Tale of Peter Rabbit, primeiro de uma série de muitos. Beatrix mostrou o livro para alguns editores que se negaram a publicá-lo. Mas naquela altura (Beatrix já tinha 37 anos na ocasião), nada mais a faria desistir de seus sonhos e, então, resolveu publicá-lo por conta própria. E o êxito foi tão grande que, rapidamente, os editores Frederick Warne & Co. Ltd. se interessaram em dar continuidade ao trabalho de Potter. Em 10 anos foram mais de vinte livros que até hoje são sucessos absolutos, alcançando a marca de 300 reimpressões. Não há quem não conheça o traço da autora inglesa e também não há, dentre seus leitores, quem não se sinta completamente conectado com o mundo mágico que é a natureza, com sua exuberância e simplicidade características.

E para quem, como eu, adora livros de receitas para crianças, vale a pena dar uma
olhadinha no livro de receitas do Peter Rabbit, recheado de receitas saudáveis para crianças como Muffins de germe de trigo, torta de tomate, biscoitos de granola...


E aqui, o trailer do filme.

28 dezembro, 2006

A Ceia

A minha família tem uma relação meio engraçada com o Natal. Pode-se dizer que não somos muito natalinos, no sentido tradicional do termo - ninguém é fã das comidas típicas do Natal, ninguém gosta de esperar a meia-noite para ceiar, e por aí vai. Durante muitos anos procurávamos o único restaurante aberto no dia 24 e íamos todos jantar, não muito satisfeitos. É claro que com o nascimento dos filhotes as coisas foram mudando e agora o Natal se impõe com toda a sua força. Eu, particularmente, adoro o clima do Natal - o tal do espírito natalino que se apossa das pessoas, o carinho que depositamos procurando o presente certo para aqueles que amamos, enfim - o lado bom do Natal. Mas convenhamos que ultimamente este tão adorado espírito natalino (tipo A Felicidade não se compra, de Frank Capra) anda muito raro... E o que fica para nós, a maioria dos mortais, é aquele correria enlouquecida dos preparatórios, corredores lotados em Shoppings, um trânsito enlouquecido na cidade. Quando chega a hora do Natal estamos todos tão exaustos que o dia seguinte nos parece melhor que o anterior. Bom, todo este falatório começou com um objetivo - falar da ceia, que no meu caso são duas experiências. A lá de casa (muito pouco tradicional) e a da casa da sogra (bastante tradicional). Vamos ao cardápio:
Ceia 1 - Mesa de antepastos italianos (inúmeros pães, berinjelas, cogumelos, queijos de cabra temperados, carpaccio de rosbife com alcaparras e parmesão) E, confesso, para nós bastava isso! Mas o exagero faz parte da festa então, fiquei responsável por preparar 1 torta de quijo minas curado com alho poró e minha mãe preparou uma salada de batatas, providenciou uma farofa natalina, um mini presunto com maçazinhas carameladas (que ficaram lindas). Quanto aos doces, preparei um crumble de pêssegos com damascos, uma torta de Pecã, ambos para serem degustados com sorvete de chocolate branco e damascos, uma infinidade de frutas e as deliciosas rabanadas - que eu, particularmente, só como no dia seguinte, geladas, no café da manhã.
Ceia 2 - Todos os tipos de nozes, Presunto, Peru, fios de ovos, abacaxis caramelados, farofa de miúdos, arroz com passas, salada verde e Couscous com frutas secas (minha única contribuição). Doces: Pudim de Claras, Rocambole de Laranja, Pecan Pie (deliciosa), sorvete de Coco com ameixa e o tradicional Bolo de Natal que chega a mesa ardendo em chamas - para a alegria da garotada.
Agora, após esta primeira etapa da maratona de final de ano, já estamos nos preparando para a segunda - a do Reveillon. E já estou usando e abusando de meus novos presentes, para escolher um novo menu.
Meus presentes de Natal:

05 dezembro, 2006

Um Bom Ano

Ontem fui assistir ao filme Um Bom Ano. Bastante polêmico, este filme divide as opiniões dos amantes da sétima arte. Uns o odeiam e outros o adoram. Eu, lógico, o adorei. Nele estão reunidos três figuras que fazem a minha cabeça – o diretor Ridley Scott, que também dirigiu Blade Runner - O Caçador de Andróides, A Lenda, Perigo na Noite, Chuva Negra, Thelma & Louise, entre outros; o ator Russel Crowe que atuou em filmes como Los Angeles Cidade Proibida, A Luta pela Esperança, O Informante, Uma Mente Brilhante, Mestre dos Mares - O Lado Mais Distante do Mundo, entre outros; e o escritor Peter Mayle, um inglês que largou tudo e se mudou para a França, onde dedicou-se a escrever sobre a Provence. No Brasil, o autor é editado pela Rocco, que já incluiu em seu catálogo as seguintes obras: Em busca de Cézanne, Encore Provence, Gostos Adquiridos, Hotel Pastis, Lições de Francês, Memórias de um Cão, Qualquer Proposta, Toujours Provence, Um Ano na Provence e Um Ano Bom.

Esta é a sinopse de Um Ano Bom, retirada do site da Editora Rocco:



Peter Mayle prega os prazeres da carne, do peixe e da ave, sempre acompanhados do vinho adequado. Seu novo livro, Um bom ano (A Good Year, 2004), é mais um mergulho do autor inglês no universo de Provence, sul da França, um lugar de paladares, aromas e paisagens capazes de elevar o espírito e mudar a vida das pessoas. A vida no caso é a de Max Skinner, que se transforma radicalmente quando ele troca o estressante mercado financeiro londrino por um vinhedo francês. O personagem passa por uma crise profissional e tem como uma das poucas alegrias cotidianas as lembranças de infância de suas viagens à França para visitar a propriedade do tio Henry. E é justamente nessa fase complicada de sua carreira que Max descobre ter herdado do tio o chateau, construído no século XVIII em Provence, e o vinhedo de 40 acres. Max pega dinheiro emprestado de seu amigo Charlie e parte para a encantadora região da França com a cara e a coragem, só para descobrir que se tornou proprietário de um lindo edifício muito necessitado de reparos e de uma marca de vinho da pior qualidade.

A partir daí o romance se torna um retrato, curioso e cheio de desafeto, do mundo da produção vinícola. Apesar da má qualidade do vinho, o administrador da propriedade está mais do que determinado a comprar o vinhedo. E tudo fica ainda mais complicado quando chega da Califórnia uma prima desconhecida, filha ilegítima do tio Henry, que quer garantir seus direitos. Mais do que a trama saborosa e envolvente, o que fascina no livro é a habilidade de Mayle em guiar o leitor, ao longo de 231 páginas, num passeio por Provence. Trata-se de uma viagem sentimental que Peter Mayle conhece muitíssimo bem. Depois de anos como disputado profissional do mercado publicitário, Mayle largou tudo e se mudou para o sul da França para morar numa velha casa provençal feita de pedra. Passou dois anos escrevendo sobre a experiência e o resultado foi Um ano na Provence, publicado no Brasil pela Rocco, que se tornou um tremendo sucesso internacional. Recontando sua experiência agora na forma de ficção e juntando o conhecimento sobre vinhos que adquiriu quando tinha a conta de publicidade de uma firma do ramo, o autor transforma seu nono livro e quinto romance numa delícia tão grande quanto as paisagens, pratos e vinhos que retrata. Delícia que poderá ser vista nas telas de cinema ano que vem. O diretor inglês Ridley Scott, amigo a quem Mayle agradece pelo incentivo na abertura de seu livro, prepara uma versão para a tela de Um bom ano.

21 novembro, 2006

Um novo significado para melancias, por Peter Fussy


Último filme do diretor taiwanês Tsai Ming-liang, "O sabor da melancia", incomoda tanto quanto a falta de água e deslumbra como um grande copo de suco em dia de verão seco



Assistir a O sabor da melancia é uma experiência interessante. Em alguns momentos o constrangimento faz você cogitar a idéia de deixar a sessão, em outros, os diálogos silenciosos e a eclosão surreal de performances musicais, no melhor estilo 'programa de auditório', fazem você soltar um leve sorriso, quem sabe até uma gargalhada, se a platéia acompanhar.
O enredo, não tão essencial, mostra a relação de dois personagens - um homem e uma mulher -, numa metrópole que enfrenta forte escassez de água e ao mesmo tempo uma infestação de formigas e de melancias, que se transformam em símbolo para revelar sentimentos ou são simplesmente utilizadas como acessórios sexuais. No filme, a falta de água pode ser contornada estocando garrafas com água roubada de latrinas ou com suco de melancia. O problema maior é a falta de habilidade nas relações pessoais.
Enquanto o máximo de conversa entre os protagonistas é um tímido "psiu", o romance é dolorosamente construído por meio de imagens metafóricas, sempre com a frieza do movimento de câmera quase nulo. A incomunicabilidade entre os seres humanos é um dos temas principais de Tsai Ming-liang, que aos 39 anos já recebeu um Urso de Prata no Festival de Berlim em 1996, pelo filme O rio, e um Leão de Ouro no Festival de Veneza em 1994, por Vive L'amour. Lançado na Berlinale do ano passado, O sabor da melancia recebeu prêmio pela realização artística e provocou intenso debate com sua mistura de pornografia, solidão urbana e musical kitsch.
Se por um lado, o relacionamento não-verbal, entremeado com cenas pornôs e performances musicais que beiram o ridículo, incomoda tanto quanto a urgência de amor vivida pelos personagens; por outro lado, a fotografia meticulosamente calculada faz o espectador deleitar-se num mundo de possibilidades: bolas de sabão saem da torneira seca, melancias correm pelo rio, pessoas dormem em redes colocadas no vão livre das escadas de um prédio.
Uma interpretação romantizada, no seu sentido narrativo, seria insuficiente para dar idéia da provocação contida nas imagens, que vão brincando com as sensações, num efeito catártico, até um ousado clímax (literal) de agonia extrema.


O sabor da melancia
Título original: The Wayward Cloud / Tian bian yi duo yun
(2004, França / Taiwan, 112 min.).
Diretor: Tsai Ming-Ling

In Revista Cult (edição 108)

19 novembro, 2006

Rosés


Há alguns anos atrás fui a um restaurante francês aqui no Rio chamado Le Bleu Noir. Na verdade é uma creperia comandada por um casal de franceses que fazem questão de estar sempre presente. É um restaurante bastante apertadinho que fica sempre cheio, mas vale a pena apostar. Naquela ocasião pedi um delicioso crepe de trigo serraceno com queijo de cabra. Qual não foi minha surpresa quando os donos insistiram para que eu tomasse um vinho rosé. Achei super cafona, mas diante da insistência fui convencida. A bebida foi servida gelada e numa linda caneca de cerâmica. Adorei e, é claro, repeti a dose. É, parece que os Roses têm sido reabilitado. Aqui no Rio, alguns bufês já os colocaram no menu e nos supermercados já os encontramos. Pesquisando sobre o assunto, me deparei com uma linda garrafa de rose da vinícola Coppola, em homenagem a Sofia. Sou realmente fã de Sofia Coppola, adorei seus dois primeiros filmes – As Virgens Suicidas e Encontros e Desencontros (este eu amei!) e aguardo ansiosamente a chance de assistir seu último e polêmico filme sobre a vida de Maria Antonieta. E agora aguardo ansiosamente também a chance de experimentar este vinho. Saúde!!

12 novembro, 2006

Oriente



Desde que me entendo por gente tenho um certo fascínio pela cultura oriental - adoro suas estamparias, sua culinária, seus chás, seus costumes e, principalmente, amo fazer origami. Pratico esta arte milenar desde os meus seis anos de idade. É claro que em alguns períodos da minha vida mais e em alguns menos. O fato é que este ano tenho feito bastante - é uma forma de meditação para mim, que funciona mais ou menos como a prática da mandala, demandando concentração e paciência. Tenho pensado em criar um blog dedicado aos meus origamis, mas a falta da máquina digital neste caso é fatal.
Toda esta confissão está ligada ao filme que acabei de assistir - Castelo Animado. Um desenho animado lindíssimo. E aproveito também para postar a imagem e o link do passo-a-passo de um Tsuru (para aqueles que não sabem, o símbolo máximo do origami) de massinha frita. Ainda não me aventurei a fazê-lo, mas qualquer dia isto acontecerá.


18 julho, 2006

Ratatouille


Ontem fui ao cinema com as crianças e assisti o trailer de um dos próximos lançamentos da Pixar - Ratatouille. Já tinha ouvido falar nele, ou melhor, lido sobre ele, num blog que costumo frequentar, mixirica.com. Dois motivos para intitular esta minha mais nova aventura no mundo virtual de ratatouille. A primeira diz respeito ao filme, ou melhor, a fala inicial do ratinho - "o meu problema é que eu só gosto de comida boa". E a segunda é quase uma homenagem. Há 15 anos atrás, quando me casei, não sabia cozinhar nada, nem mesmo fritar um ovo. E o primeiro prato que aprendi, por incrível que pareça, foi o ratatouille. Dois bons motivos !!!

E para começar, vou postar uma receita de Ratatouille, um cozido de vegetais tipicamente provençal.

Ingredientes:


- ½ xícara de manjericão

- 1/3 de xícara de sal

- 5 colheres (sopa) de azeite

- 1 colher (chá) de orégano

- 1 colher (chá) de tomilho

-2 berinjelas grandes, em rodelas da largura de um dedo

- 5 tomates, também em rodelas

- 2 alhos espremidos

- 2 abobrinhas em rodelas

- 1 cebola grande em rodelas

- sal e pimenta-do-reino a gosto


Modo de fazer:

1. Polvilhe a berinjela com o sal e misture bem. Deixe descansar por 20 minutos sobre um escorredor. Lave em água corrente, escorra e reserve para retirar o excesso de sal. Escorra e reserve.


2. Corte a cebola em rodelas finas. Ponha-a numa frigideira com o alho e duas colheres (sopa) de azeite. Frite em fogo médio até ficar macio. Faça camadas com os legumes, intercalando os temperos e as ervas. Por último, deposite os tomates e tampe a panela. Deixe em fogo baixo. O líquido que o tamate soltar irá cozinhar os demais legumes.

3. Quando estiverem cozidos, destampe a panela, acrescente mais um fio de azeite e deposite algumas folhinhas de manjericão.